A relação custo e benefício de Léo Moura no Grêmio

lateral-direito

Léo Lima assinou contrato até dezembro deste ano como Grêmio. Foto: Grêmio FBPA

No começo, não aprovei, mas permitindo o desdobramento do tempo, a contratação de Léo Moura pelo Grêmio passou a fazer sentido. Não é o jogador que chega para ser titular para lateral-direita, lugar hoje corretamente ocupado por Edílson, só que é uma alternativa válida. Tampouco há informações sobre valores salariais, porém, especula-se que se encaixe perfeitamente ao teto financeiro estabelecido pelo presidente Romildo Bolzan e é mais barato que Wallace Oliveira.

Léo Moura tem 38 anos e sabe que ganhou uma grande chance de se destacar num grande clube na fase final de sua carreira. Ele estava no Santa Cruz, era um dos destaques do time pernambucano, embora fosse rebaixado para o Campeonato Brasileiro da Série B em 2017. Possivelmente, permaneceria em Recife, mas ganhou a chance de disputar a Copa Libertadores da América. Logo, creio que o lateral não vai jogar fora essa oportunidade.

O Grêmio poderá chegar a 88 jogos na temporada 2017, tendo em vista competições como o Campeonato Gaúcho, Copa do Brasil, Primeira Liga, Campeonato Brasileiro e a Libertadores. Caso ganhe o terceiro título da competição sul-americana, haverá a passagem para o Mundial de Clubes da Fifa. Das seis competições, cinco se encerram no segundo semestre, entre outubro e dezembro. Portanto, é necessário ter elenco para aguentar essa maratona. E Léo Moura vem para agregar.

Kayke

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Kayke desembarcou para fechar no Grêmio e assinou com o Santos. Foto: Reprodução/Instagram

O atacante Kayke desembarcou em Porto Alegre, foi recebido por torcedores e com direito a chimarrão. Era nome certo para ser o segundo reforço do Grêmio na temporada, até que a diretoria do clube publicou nota na qual dizia desistir do negócio. Em seguida, surgiram informações de que o empresário do atleta pediu um valor acima do combinado previamente com o Tricolor. E não demorou muito para o jogador mudar da capital gaúcha ao clima praiano do litoral paulista.

Kayke assinou contrato com o Santos e tudo passou a fazer sentido, tão fácil quanto somar “1+1=2”. O atacante estava fechado verbalmente com o Grêmio, porém, possivelmente recebeu a oferta do clube paulista, oferecendo um salário maior. O empresário do atleta passou esse valor na Arena e recebeu uma resposta negativa. Era o pretexto para descumprir o acordo e pegar o avião para São Paulo e fechar um empréstimo de um ano na Vila Belmiro.

Neste caso, o Grêmio teve mais sorte que juízo. Os números do atacante não impressionavam. Em 30 jogos pelo Yokohama Marinos (Japão) em 2016, agregando a J-League, J-League Cup e Emperor’s Cup, fez oito gols (média de 0,27 gol por partida). Voltou do Oriente criticado por indisciplina. E sua carreira é de altos e baixos. Portanto, dificilmente passaremos 2017 lamentando a perda de Kayke para o Santos.

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