História Resumida

A história do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense

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Fonte: MEMORIAL Grêmio – História Resumida.

As Origens

O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense nasceu de uma bola de futebol, como deveria acontecer com um clube predestinado às maiores glórias. A trajetória vitoriosa começou com o paulista Cândido Dias da Silva, trabalhando há algum tempo em Porto Alegre e sua bola de futebol.
Nessa época apareceu na capital gaúcha a equipe de futebol do Sport Clube Rio Grande. Os ingleses e alemães que jogavam nos times de Rio Grande haviam sido convidados para uma exibição na cidade. No dia marcado, 7 de setembro de 1903, o campo da várzea ficou rodeado de curiosos. Cândido, com sua bola de baixo do braço, estava entre eles com a atenção redobrada.
Em dado momento, a bola dos ingleses esvaziou-se, para desapontamento geral. Cândido, mais do que depressa, emprestou a sua, garantindo o final da demonstração. Em troca, ao final da partida, obteve dos jogadores as primeiras lições sobre futebol e, principalmente, deles ficou sabendo como agir para fundar um clube. Foi então, em 15 de setembro de 1903, que trinta e dois rapazes se reuniram no Salão Grau, restaurante de um hotel da rua 15 de Novembro, atual rua José Montaury, localizado onde estão agora os fundos da Galeria Chaves e deram início à história de um clube vencedor, disposto a superar todos os desafios. Carlos Luiz Böhrer foi eleito o primeiro Presidente, sem jamais imaginar a projeção mundial que o recém-nascido clube um dia alcançaria.

Os tempos do amadorismo

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Nos primeiros anos o clube procurou alicerçar suas bases, primeiramente através da aquisição de um local próprio para jogos e treinos, a Baixada dos Moinhos de Vento em 1904, depois com a incrementação esportiva com o Fuss Ball Club Porto Alegre também fundado em 15 de setembro de 1903 em disputa da antiga Taça Wanderpress valendo oficiosamente o título da cidade.
Em 18/07/1909, o Grêmio jogou o primeiro clássico com seu tradicional adversário, o Internacional e o resultado desta partida histórica foi um extraordinário 10×0 para o tricolor.
Em 1910, ajudou a criar a 1ª Liga de Clubes de Porto Alegre (a idéia partiu do Grêmio), para a realização dos campeonatos metropolitanos. Deste periodo destaca-se o pentacampeonato citadino de 1911/12/13/14/15. Foi nesta década, que o clube começou a jogar contra equipes de outros estados e países com destaque especial para a vitória sobre a Seleção da Federação Desportiva Uruguaia por 2×1, em 17 de junho de 1916. Teve importante participação na criação da F.R.G.D. (hoje F.G.F.) em 1918, vindo a disputar o 1º estadual em 1919.
Nos anos 20, além do pentacampeonato metropolitano de 1919/20/21/22/23 e do bi de 1925/26, o Grêmio venceu os Estaduais em 1921/22 e 1926. Na década de 30, o tricolor conquistou o tetracampeonato de Porto Alegre de 1930/31/32/33 e o bicampeonato do Rio Grande do Sul de 1931/32, quando então, passou a ser mais conhecido ao derrotar o Atlético campeão paranaense por 7×2, o Santos campeão paulista por 3×2, o Botafogo campeão carioca por 1×0, o Wanderers campeão uruguaio e do Rio da Prata por 2×1 e o Independiente, bicampeão argentino e do Rio da Prata por 2×1. Estas vitórias associadas aos títulos estaduais e metropolitanos, em especial o título Farroupilha de Porto Alegre em 1935, criaram uma mística no clube da Baixada, que passou a receber o apelido de “derrubador de campeões”. De 1903 a 1935, o Grêmio contou com vários craques de destaque como: Kallfelz, Koch, Siebel, Jorge Black, Grunewald, Schuback, Mohrdieck, Sisson, Mostardeiro I, Mostardeiro II, Kuntz, Scalco, Assunpção, Lagarto, Luis Carvalho, Foguinho, Dario, Laci, Poroto, Nenê, Artigas, Heitor, Jorge PY, Adão, os irmãos Sardinha (Eurídes e Eurípedes), Laxixa (que junto com Adão, foram os primeiros atletas afro-descendentes da história do clube) entre outros. Mas o grande nome dessa época, foi o do lendário goleiro Eurico Lara, um símbolo da era amadorista do futebol gaúcho e brasileiro.

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O início da era profissional e o impacto da internacionalização do futebol

O amadorísmo correspondia a fase inicial do futebol e da criação dos clubes brasileiros. De tradição elitista e européia, o amadorismo era uma forma de distinção das elites com relação às camadas populares. Com a popularização do futebol, aumentava nos clubes a participação de jogadores de origem humilde.
Em 1929, ocorre a queda da bolsa de valores de Nova Iorque, provocando uma grande crise mundial em todos os setores da econômia, ocasionando o caos social. Estes acontecimentos tiveram refléxos no futebol, provocando a quebra de vários clubes obrigando os demais a se readaptarem as novas condições conjunturais.
Assim no começo dos anos 1930, o amadorismo foi colocado em xeque, quando vários atletas sul-americanos foram contratados por times europeus. A econômia da América do Sul era nessa época baseada na agricultura e pecuária, ainda que, já existisse um ascendente surto industrial. No Brasil, os clubes viviam o que se denominava por amadorismo marrom, isto é, não se adimitia o profissionalismo oficialmente mas se fazia vistas grossas as gratificações pelo bom desempenho dos atletas das equipes. Por outro lado, o profissionalismo já era uma realidade na Europa, e após as vitórias do Uruguai na Copa do Mundo de 1930 e nos Campeonatos Olímpicos de 1924 e 1928, os europeus passaram a alíciar os atletas sul-americanos.
Para evitar uma evasão ainda maior, foi oficializado o profissionalismo, primeiro no Rio da Prata entre 1931 e 1932, depois no eixo Rio-São Paulo em 1933, ao passo que o novo governo brasileiro, que emergiu da revolução de 1930 (era Vargas), enxergava a necessidade de se estabelecer uma política nacional de integração e desenvolvimento socio-econônico (industrialização) com refléxios no plano cultural e esportivo do país, forçando no futebol um entendimento geral das entidades esportivas visando a profissionalização.
No Rio Grande do Sul o profissionalismo chegou inicialmente em 1937, através da criação da Especializada um departamento profissional filiado à Federação Brasileira de Futebol (FBF), que organizou um campeonato metropolitano em separado ao da Federação Rio-Grandense de Desportos (atual Federação Gaúcha de Futebol) filiada à Confederação Brasileira de Desportos (CBD, atual CBF) até 1939, quando um acordo pôs fim nas divergências entre as entidades futebolisticas do estado e do país. Durante a vigência da Especializada o Grêmio sagrou-se Tricampeão Metropolitano em 1937/38/39, mas não participou das finais do Estadual. Os anos 40 representaram um período de transição por conta da oficialização do profissionalismo no futebol em todo o pais a partir de 1941, com a criação do CND (Conselho Nacional de Desportos) e das conquistas tricolores nos campeonatos metropolitanos e dos Estaduais de 1946 e 1949.
Contudo, foi em 14/05/1949, em meio ao processo de internacionalização do futebol, provocado em parte por causa do avanço tecnológico da aviação comercial do pós-guerra, que o Grêmio entra na história do futebol mundial ao bater o poderoso Nacional de Montevidéu, em pleno estádio Centenário por 3×1 (durante os festejos dos 50 anos da equipe Uruguaia) e na vitoriosa excursão invicta à América Central no fim daquele ano. Em 1953/54, o Grêmio realizou o que ficou conhecido como a conquista das “três Américas” com outra excursão internacional, agora pelo México (América do Norte), Ecuador e Colômbia (América do Sul).
Estes acontecimentos, associados as novas exigências do profissionalismo no planeta, aceleraram as mudanças internas no clube, que necessitava de um estádio maior, não só para acomodar seus torcedores e para recepcionar grandes times do país e do exterior, mas também para adecuar-se a uma nova conjuntura esportiva. Nesssa transição do amadorismo para o profissionalismo, brilharam no Grêmio vários jogadores como: Joni, Touguinha, Clarel, Júlio Petersen, Sanguinetti, Hélio, Prego, Noronha, Toneli, Beresi, Geada, Hermes, Danton, Hugo, Ário, Gita, Balejo, Camacho, Bentevi entre tantos.

A inauguração do Olímpico e os 12 em 13.

Acompanhando o desenvolvimentismo industrial dos anos 50, o Brasil, se transformava de um país agrícula para uma nação em desenvolvimento em especial nos anos JK simbolizados pela inauguração de Brasília como nova capital do país e a chegada da industria automobilística, descentralizando o eixo de investimentos agora também para o interior. No futebol essa fase de integração nacional reflete-se, na conquista dos Mundiais da Suécia e Chile pelo Brasil em 1958, 1962 e na criação da Taça Brasil de clubes de 1959 (atual campeonato brasileiro), para escolher o representante do país na recêm criada Taça Libertadores da América cuja primeira edição estava marcada para 1960. O clube gremista, atento a todas estas mudanças, procurou se adaptar o mais rápido possivel as novas conjunturas do futebol mundial.
Em 1952, o Grêmio contatou Tesourinha, o primeiro atleta afro-descendente tricolor de destaque na era profissional e dois anos depois, em 1954, foi inaugurado o estádio Olímpico, que marcou o início de um período áureo, 12 campeonatos em 13 disputados: o Pentacampeonato Gaúcho e Metropolitano de futebol profissional de 1956/57/58/59/60 e o Heptacampeonato Gaúcho de 1962/63/64/65/66/67/68, tornanando-se o primeiro, no Rio Grande do Sul a obter este titulo .
Foi participante da Taça Brasil em quase todos estes anos, tendo sido em três ocasiões semifinalista (quando obteve o terceiro lugar) nos anos de 1959, 1963 e em 1967, bem como, posteriormente, da Taça de Prata – Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) em 1967, quando, o tricolor foi um dos quatro finalistas e que serviu de modelo para o atual Campeonato Brasileiro, instituido em 1971; Campeão Sul-Brasileiro invicto de 1962 (Taça da Legalidade); Campeão invicto da Copa Río de La Plata de 1968 (Taça Confraternidad, primeiro titulo internacional oficial do Grêmio antes da Libertadores de 1983) e finalmente, as grandes excursões à Europa de 1961 e 62, que tornaram o Grêmio mundialmente conhecido.
Além das dessas participações, o Grêmio contribuiu com vários atletas na seleção brasileira principalmente nas conquistas do Brasil no Campeonato Pan-Americano de 1956 no México, na Taça O’Higgins no Chile em 1966 e no Vice-campeonato pan-americano na Costa Rica em 1960, quando o Rio Grande do Sul representou o país nestas competições. Em 1970, com a convocação de Everaldo para a seleção brasileira, o Grêmio, mais uma vez contribuiu para uma grande conquista do futebol nacional, o Tricampeonato Mundial no México. Por essa época gloriosa passaram vários craques como: Airton, Elton, Milton, Ênio Rodrigues, Juarez, Gessi, Vieira, Sérgio, Calvet, Joãozinho, Marino, Alberto, Arlindo, Aureo, Altemir, Sérgio Lopes, Cléo, Babá, Alcindo, Ortunho, Everaldo, Volmir, Espinosa entre tantos outros.

A era das grandes conquistas e o Campeonato Mundial Interclubes

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Nos anos 70, o Grêmio virou uma grande Sociedade, promoveu dois congressos de clubes tricolores da América do Sul em 1971, reeditou e conquistou, no mesmo ano, a antiga Taça do Atlântico de Clubes (Torneio Sul-Americano Tricolor) ao derrotar na sequência o Nacional (URU) por 2×1 e o River Plate (ARG) por 2×0, e reconquistou a hegemonia regional em 1977, 1979 e 1980.
Os anos 80, viram o clube passar por uma das fases mais vitoriosas de sua vida esportiva, em paralelo com a redemocratização do país, que vivera 20 anos de regime militar (1964 a 1984), e as transformações político-econômicas ocorridas com o advento da globalização, que no futebol se refletiu na inflação dos salários dos jogadores bem como o aumento da publicidade nos esportes em todo mundo, tornando o futebol em especial, num grande negócio a ser gerênciado com um altíssimo nível profissional, sendo a FIFA, a entidade mundial mais importante neste segmento, congregando mais países filiados que a própria ONU. Depois da reinauguração do Olímpico em 1980, o Grêmio foi Campeão Brasileiro em 1981; Vice-campeão nacional em 1982; Campeão da Taça Libertadores da América de 1983, batendo ao Peñarol (URU) na soma dos dois jogos finais por 1×1 e 2×1 (nos dias 22 e 28/07); CAMPEÃO MUNDIAL INTERCLUBES (vitória na final sobre o Hamburgo da Alemanha, campeão da Copa dos Campeões da Europa por 2×1 em 11/12/1983); campeão da Copa Los Angeles (Taça Pan-Americana) ao derrotar o América do México, campeão da Taça das Nações da América (empate em 2×2 e vitória por 6×5 nos pênaltis em 13/12/1983); Hexacampeão Gaúcho de 1985/86/87/88/89/90.
O Grêmio ao derrotar o Sport Recife por 2×1 sagrou-se, campeão invicto da 1ª Copa do Brasil em 1989 e no ano seguinte, tornou-se Supercampeão Brasileiro de 1990. O tricolor também venceu alguns dos mais prestigiados, torneios internacionais, dos quais destacan-se a Copa El Salvador del Mundo em El Salvador e o Troféu Ciudad de Valladolid em 1981, o Troféu Palma de Mallorca de 1985 (os dois ultimos na Espanha), a Copa Rotterdan na Holanda em 1985 e o Bicampeonato da Copa Phillips em 1986/87 na Holanda e Suiça. Destacaram-se nesse periodo grandes jogadores como: Ancheta, Tarciso, Iura, Oberdan, Eder, Tadeu Ricci, Renato, André Catimba, Paulo Cesar Lima, Mário Sérgio, Leão, De León, Paulo Roberto, Paulo Isidóro, China, Edinho, César, Mazaropi, Baltazar, Osvaldo, Cuca, Valdo, Luis Eduardo, Paulo Egídio entre tantos.

A era Felipão e as conquistas mais recentes

De 1991 para cá, o clube, apesar da passar por alguns momentos dificeis, retomou o caminho das vitórias, conquistando os Gauchões de 1993, 1995, 1996, 1999 e 2001; a Copa do Brasil em 1994, 1997 e 2001; venceu a Copa Sul-Brasileira de 1999 e, principalmente, em 1995, sob o comando técnico de Luis Felipe Scolari, quando então, conquistou o Bicampeonato da Taça Libertadores da América (3×1 e 1×1 sobre o Atlético Nacional da Colômbia, nos dias 23 e 30/08/1995), a Copa Sanwa e o Vice-campeonato mundial ambos no Japão.

Em 1996, o tricolor venceu a Recopa Sul-Americana (4×1 no Independiente da Argentina em Kobe no Japão); o Bicampeonato Brasileiro e no ano seguinte, conquistou na Espanha o Troféu Colombino. Mas foi em 26/11/2005, com a heróica conquista do Campeonato Brasileiro da Série B, que mais uma vez manifestou-se o espírito de indignação e a garra tricolor, ao superar todas as adversidades dentro e fora do campo, suplantando o Naútico de Recife por 1×0, com apenas sete jogadores, contra dez do adversário, numa reação jamais vista na história do futebol mundial.
Em 2006, reconquistou o campeonato gaúcho, superando novamente o tradicional adversário e em 2007, chegou ao bicampeonato após golear o Juventude por 4 x 1 na final. Como anteriormente o Grêmio continuou a apresentar para sua torcida um verdadeiro desfile de atlétas do mais alto nivel com destaques para Pingo, Danrlei, Rivarola, Arce, Adilson, Arilson, Dinho, Carlos Miguel, Goiano, Paulo Nunes, Jardel, Roger, Emerson, Mauro Galvão, Zinho, Marcelinho Paraíba, Ronaldinho, João Antônio, Anderson Luis, Lucas, Galato, Tcheco, Carlos Eduardo entre outros.

Os esportes Amadores

No futebol amador, o clube conquistou em 1974 o primeiro Campeonato Brasileiro Infantil, disputado em São Paulo. Em 1996 foi campeão do Internacional Youth Soccer, em Shizuoca no Japão. Em 2004, foi campeão da Copa Brasil Sub-17, em Macaé-RJ e, 2005, os juniores conquistaram o título de campeão invicto da 1ª Copa da Amizade em Okayama, no Japão: os juvenis foram campeões sul-americanos (Taça Romeu Goulart Jaques – Copa Santiago) em 1995/96/97/98 e 2000, alêm de outras conquistas importantes. Todavia, o esporte bretão não foi a única atividade esportiva do clube. Apesar do futebol figurar como a principal prática desportiva, o Grêmio também se destacou em esportes ditos amadores, como o Tênis, que desde 1912 passou a ser praticado, vindo a ser introduzido efetivamente em 1916 e que teve seu período áureo em 1926, quando se tornou Campeão da Cidade e do Estado. No Basquete, o tricolor também brilhou, vencendo os campeonatos da Cidade e do Estado de 1934, 55 e 56. No Vôlei, o Grêmio foi vitorioso em vários anos, destacando-se as seqüências de títulos de 1929 a 35 e de 1954 a 60 (Heptacampeão nas duas ocasiões). No Ciclismo, foi vitorioso nos anos 50 e, no Futebol de Salão, viveu seu grande momento nos anos 70, quando foi bicampeão metropolitano em 1973/74 e campeão da Taça Vice-Governador do Estado em 1976, para na década seguinte conquistar a primeira Copa Atlântico Sul de Futsal em 1987. O sucesso tricolor seguiu o mesmo caminho com o Remo e o Judô (que vem se destacando dos anos 1970 até os dias atuais).
No entanto, foi com o Atletismo que o tricolor atingiu sua maior magnitude, com a conquista do Bicampeonato do Troféu Brasil em 1958/59 e do Triscedecacampeonato Gaúcho de 1956 a 1968. Merecem ser mencionados outros esportes, como Tiro, Tênis de Mesa, Bolão, Columbofilia, Automobilismo, Xadrez, Pugilismo, Escotismo, Pesca, Bridge, Pólo, Futebol Feminino, Futebol de Botão entre outros.

Estrelas na camisa e na Bandeira do Grêmio

Em reunião do Conselho Deliberativo do Grêmio FBPA, realizado em 23.04.1985, foi aprovada a proposição de inserir na camisa três estrelas, como símbolo das maiores conquistas do clube em similitude à tradicional premiação da escala olímpica: OURO, para representar o Campeonato Mundial Interclubes de 1983; PRATA, para representar o titulo da Taça Libertadores da América; BRONZE, para assinalar a conquista do Campeonato Brasileiro. Na bandeira, o Conselho Deliberativo em sessão solene de 29.06.1970, perpetuou oficialmente a figura lendária de Everaldo na história do clube, quando foi fixada no Pavilhão Tricolor uma estrela de ouro, assinalando definitiva e perenemente a contribuição do clube, através da participação deste atleta na conquista pelo Brasil do tricampeonato mundial de futebol em 1970.

Calçada da Fama

O Grêmio é primeiro clube brasileiro a criar uma “Calçada da Fama”, para homenagear jogadores que se destacaram na história do clube, alem dos capitães das maiores conquistas do Grêmio. Esta escolha, foi feita pela primeira vez, em 1996 com participação da Diretoria, Conselheiro Deliberativo e jornalistas. Apartir de 1999, a cada dois anos, ocorre uma nova seleção de nomes que deverão ser incluídos na “Calçada da Fama Tricolor”, escolhidos pela Diretoria e pelo Conselho Deliberativo. Até o momento os contemplados são os seguintes: Adilson, Airton, Alcindo, Altemir, Ancheta, Áureo, André Catimba, Baltazar, Calvet, China, De León, Dinho, Ênio Rodrigues, Edinho, Foguinho, Iura, Jardel, Jardel, Joãozinho, Juarez, Leão, Marino, Mauro Galvão, Mazaropi, Milton, Ortunho, Oberdan, Pingo, Renato, Sérgio Moacir, Tarciso, Espinosa , Zinho, Luiz Eduardo, Valdo e Sandro Goiano.

Mascote e Patrimônio

Hoje, este estádio ocupa 83 mil metros quadrados, com capacidade para 55 mil espectadores comodamente sentados, porém, já couberam 98 mil pessoas em uma época em que ainda não se observavam as atuais normas de segurança e com a colocação de cadeiras em todo o anel superior. Ainda completam o complexo do estádio, 45 camarotes de luxo, 26 cabinas de imprensa, estacionamento interno, piscinas, gramado suplementar, centro administrativo, quadro social, Memorial, lojas Grêmiomania. Além disso, a geografia patrimonial do Grêmio inclui uma sede em Eldorado do Sul, a poucos minutos de Porto Alegre e futuro Centro de Treinamento, já com vários campos de futebol, uma sede recreativa para sócios na Ilha Grande dos Marinheiros, o departamento de Remo e o Parque Cristal com 70 mil metros quadrados, onde funciona a Escolinha de Futebol, hoje com mais de 2000 alunos inscritos. O Ginásio David Gusmão, foi inaugurado em 17/11/1972, e até agosto de 1974, quando teve sua cobertura destruida por um vendaval, foi referencia esportiva, social e cultural da cidade, tanto nas atividades esportivas do clube quanto nos vários espetáculos que patrocinou como: Festival de Ginástica Olímpica, as olímpiadas militares, torneios de Tênis e shows de musica e patinação entre outros.

Lista de presidentes do Grêmio

1903 – Carlos Luiz Bohrer
1904 – Oswaldo Siebel
1905 – Oswaldo Siebel
1906 – Augusto Koch
1907 – Augusto Koch
1908 – Augusto Koch
1909 – Augusto Koch
1910 – Augusto Koch
1911 – Henrique Sommer
1912 – Aurélio de Lima Py
1913 – Aurélio de Lima Py
1914 – Augusto Koch
1915 – Aurélio de Lima Py
1916 – Oswaldo Siebel
1917 – Oswaldo Siebel
1918 – Bráulio Teixeira
1919 – Aurélio de Lima Py
1920 – Aurélio de Lima Py
1921 – Aurélio de Lima Py
1922 – Aurélio de Lima Py
1923 – Bráulio Teixeira
1924 – Luiz Pinto Chaves Barcellos
1925 – Umbelino Corrêa de Barros / João Pibernat de Carvalho
1926 – Luiz Pinto Chaves Barcellos
1927 – Álvaro Antunes
1928 – Álvaro Antunes / Orlando Fet
1929 – Aurélio de Lima Py
1930 – Aurélio de Lima Py
1931 – Armando João Petersen
1932 – Agenor Barcellos Feio
1933 – Agenor Barcellos Feio
1934 – Álvaro da Cruz Pretz
1935 – Anthero Marcelino da Silva Jr.
1936 – Adolpho Guilherme Luce Jr.
1937 – José da Silva Martins
1938 – José da Silva Martins
1939 – Severino Nunez Filho
1940 – Telêmaco Frazão de Lima
1941 – Aneron Corrêa de Oliveira
1942 – Aneron Corrêa de Oliveira / Athanázio Loureiro Belmonte / Waldemar Fontes
1943 – Waldemar Fontes
1944 – Balbino Ermida
1945 – Martin Aranha
1946 – José Gerbase
1947 – João Pibernat de Carvalho / José Gerbase
1948 – José Antônio Casa / Augusto Otto Blauth
1949 – Saturnino Vanzelotti
1950 – Saturnino Vanzelotti
1951 – Saturnino Vanzelotti
1952 – Saturnino Vanzelotti
1953 – Saturnino Vanzelotti
1954 – Saturnino Vanzelotti
1955 – Ary Delgado
1956 – Ary Delgado
1957 – Ary Delgado
1958 – Fernando Chaves Kroeff
1959 – Ary Delgado
1960 – José Leitão de Abreu
1961 – Pedro da Silva Pereira
1962 – Pedro da Silva Pereira
1963 – Renato Souza
1964 – Renato Souza
1965 – Mário Antunes da Cunha
1966 – Rudi Armin Petry
1967 – Rudi Armin Petry
1968 – Hermínio Fernandes Bittencourt
1969 – Flávio Obino
1970 – Flávio Obino
1971 – Flávio Obino
1972 – David Azevedo de Gusmão / Oly Érico da Costa Fachin
1973 – Oly Érico da Costa Fachin
1974 – Luiz Leão de Carvalho
1975 – Luiz Leão de Carvalho
1976 – Hélio Dourado
1977 – Hélio Dourado
1978 – Hélio Dourado
1979 – Hélio Dourado
1980 – Hélio Dourado
1981 – Hélio Dourado
1982 – Fábio Koff
1983 – Fábio Koff
1984 – Fábio Koff
1985 – Irany Santanna
1986 – Irany Santanna
1987 – Paulo Odone
1988 – Paulo Odone
1989 – Paulo Odone
1990 – Rafael Bandeira dos Santos
1991 – Rafael Bandeira dos Santos
1992 – Rafael Bandeira dos Santos
1993 – Fábio Koff
1994 – Fábio Koff
1995 – Fábio Koff
1996 – Fábio Koff
1997 – Luiz Carlos Silveira Martins (o Cacalo)
1998 – Luiz Carlos Silveira Martins
(o Cacalo)
1999 – José Alberto Guerreiro
2000 – José Alberto Guerreiro
2001 – José Alberto Guerreiro
2002 – José Alberto Guerreiro
2003 – Flávio Obino
2004 – Flávio Obino
2005 – Paulo Odone
2006 – Paulo Odone
2007 – Paulo Odone
2008 – Paulo Odone
2009 – Duda Kroeff
2010 – Duda Kroeff
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5 comentários em “História Resumida

  1. Juliana disse:

    Muito bom/!

  2. joyce disse:

    isso é muito grande comoeu vo copia !!!!
    grande resumo bosta!!!

  3. Dinho disse:

    GREMISTA: por uma maior valorização dos sócios, apóie a redução da cláusula de barreira das eleições do Grêmio de 30% para 20% – http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/1178

  4. dudu de noia disse:

    nada mais apaga essa historia,gremio imortal,macaco chora

  5. Joseane disse:

    Grêmio glorioso sempre
    Grêmio Imortal
    Grêmio campeão do mundo primeiro do RS
    Grêmio eu te amo e nada apaga essa História
    Esse Resumo é ótimo Fala tudo sobre o Grêmio
    teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo teamo

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